domingo, junho 04, 2006

Qualquer lugar.

Qualquer lugar.

Através das paredes, os sons.
O pranto se desenvolvendo, as lágrimas caindo e a vontade de cortá-los.
Cortá-los novamente, como em setembro do ano anterior. Manson ecoando pelos ouvidos e mente. Vontades e desejos corroendo o corpo e se dividindo em emoções raras.
Olhando fixamente. Amedrontada por seus próprios impulsos humanos e irracionais.
Os pulsos com marcas.
O coração acelerado.
Gritos presos.
Vozes estridentes.
Escuridão amiga.
Aquele era o fim da linha. O dia terminava e para ela, o jogo da vida também.



E vai ser sempre na escuridão, que ela vai estar. A luz sendo um caminho longo e difícil. Um caminho sem data pra começar.

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