Mente sem nada, corpo sem tudo.
Nem o que poderíamos querer; nos tiraria o amor.Volta ao mundo, em três horas.
Volta à vida em cinco minutos.
Momentos nostálgicos, com cheiro de chuva.
E você?Oh!E vocês?O que farão?Irão?
Hoje a tarde chuvosa com cheiro de mato, em plena área urbana, me inspirava a sofrer.
Como bobos somos; nós os humanos, não?
Cheios de terecó-tecos [como ele já disse.], suspirando por algo, que huuum, nunca existiu.
E essa crise mental que não passa?
Essa falta de luz no momento da escrita?
Isso, em facto, nunca ocorreu.
Não, o fato, de não ter o que escrever, mas o fato te ter e não conseguir "colocá-lo para fora", se é mesmo que poderia descrever assim.
Mas em realidade, não quero colocá-lo pra fora, mas sim para dentro, do computador, da folha; existe dentro da folha?Ou somente, por cima, estrutural da folha?
Existindo ou não, a crise me ronda, e a folha me olha, e o teclado canta ao invés de trabalhar.
Subindo e descendo teclas?Não, não, só o mouse se mexe, o resto; acompanha.
Nunca, mas nunca mesmo, sabe?Minha avó diz que nunca se deve dizer nunca; mas nesse caso, o nunca se enquadra bem.Nunca me aconteceu isso.Na verdade nem acontece à mim, mas ao pobre coitado do blog que anda às moscas, com nada de interessante pra ninguém ler.E quando foi que fiz algo interessante aqui?Ora essa!Creio que nunca, falo de mim e de mim, e nada de interessante há aí.Ou, até mesmo, será que há?
Não sei, mas acho que a crise mental, afeta os dedos, os olhos, o corpo em si.Vontade até tenho, mas não me apetece escrever, sobre algo constânte, firme...
Ando lendo "O Homem Duplicado" de José Saramago.Vai ver que é isso, o livro é um dos melhores que já li, ocupa tanto minha mente que mal consigo falar de outra coisa, ou escrever sobre outra coisa.E bom, época de provas não ajuda muito.A não ser que queiram ler sobre, a revolução america, mas creio que não.
Bom, a falta de inspiração doi ás vezes, sabem?Como agora.É muito triste ver que nada vezes nada é o sentido desse texto.
Ah!Querem saber?Vou ler, estudar, pensar, algo, além de escrever.

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