Primeira de últimas infinitas.
A rima que não poderia faltar.O som que não poderia olvidar.
O ritmo que nos faz dançar.
O cheiro que não nos faz falhar.
A dança que nos faz suar.
A poesia que nos faz amar.
(...)
Ela o olhava sem motivo algum, ele imagina o porquê; eles nada tinham à fazer.O tempo, havia mostrado o amor, que sentiam, e o riso já, familiar.O amor, o amor deles, era só o que precisariam para poder e conseguir seguir em frente.
O futuro e o passado ligados a um presente cheio de flores e espinhos, um presente conquistado por base no carinho, respeito e admiração.Admirava tudo nele, até o olhar sem rumo.O sorriso mais que encantador era prova, da boa companhia.E o Manual de Instruções que havia entregue em suas mãos a tempos atrás, era vivo e vivido dia após dia.
Sentia-se feliz, como nunca havia sentido, mostrava-se como nunca havia feito.E entregava-se, sim, como jamais havia feito.Ele sabia, ela sabia, o amor alí, reinava e denominava os tempos.
Era só, o só, o ele, que precisava.
Apenas e muito.

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