sábado, outubro 28, 2006

Encruzilhadas de um reflecto pedante.

Um espelho diante de si, nos mostra o ímpeto, involuntário si mesmo que nos fere a alma, e nos xinga com veemência tardia.Era esse espelho que hoje, fez-me olhar e que nem ao menos olhou-me, senti que ele alí estava, mas com o rosto virado às avessas, sem me dá o mínimo carinho por dois anos de convívio.

O espelho me fez sentir como sempre, o espelho me fez sentir a mesma de anos atrás, sendo que a mesma coisa de anos atrás, justificado esteja, não hoje sou mais.O que queria um talvez ser, não o é, e o que não o poderia ser, já o é.

Sem controversas ou pormenores, a pessoa diante de si, diante da tela do computador é clara e obscuramente a mesma de um dia, de uma noite passada.



Ela, eu, em clara em vontade própria, apenas e sódidamente, eu.


Que caminha e aún caminhará por detrás de conversas alhenas ocultas, de uma vida, conspirada por meios e objetos de um Universo sem fim, irreconhecível.

E aquela, a última de setenta dias, ao invés, de dez décadas e sete anos, ainda vive por entre os dedos, e o cabelos, pele morena, pela pele, que seda não o é, ou o era, pela música e criança de oito anos que brinca com o felino, corre e corre até não poder trazer o ar de volta.

Alí estou, com o passar, alí sempre estarei.

4 Comments:

At sábado, outubro 28, 2006, Anonymous Anônimo said...

Melhorando a cada dia?

 
At sábado, outubro 28, 2006, Anonymous Anônimo said...

Perfeito, ñ?

 
At sábado, outubro 28, 2006, Anonymous Anônimo said...

Égua, cadia momento, melhor, cada um melhor do que o outro.

 
At domingo, outubro 29, 2006, Anonymous Anônimo said...

eu ateh queria saber, olha...

queria ateh entender.

 

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