Aveludado, o saber.
E sobre os seus braços, ela há de descansar, como a flor descansa depois da ventania que a leva até o chão, como a água, quando macía se torna a correnteza.Ela?
Oh sim!
Ela há de um dia, o Dia, não?Há de ter o que sempre quis.
Enquanto à ele?Não sabemos, mas ela um dia também, o saberá.

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