quarta-feira, novembro 01, 2006

Aveludado, o saber.

E sobre os seus braços, ela há de descansar, como a flor descansa depois da ventania que a leva até o chão, como a água, quando macía se torna a correnteza.


Ela?

Oh sim!

Ela há de um dia, o Dia, não?Há de ter o que sempre quis.

Enquanto à ele?Não sabemos, mas ela um dia também, o saberá.

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