sexta-feira, junho 23, 2006

"O que é menina, cinco meses já?"

"Cinco meses né, amor?"

Cinco meses distribuidos em alegrias e inseguranças.
Distribuidos em amor e saudade.
Distribuidos, principalmente, em dois corpos que agora mais do que nunca, se completam.

E o parágrafo do livro do Paulo Coelho?
Perfeito, né?

Eu realmente me vi ali, naquelas poucas linhas que conseguiam transmitir tudo o que a gente conseguiu viver até agora.

Cince meses de amor, cinco meses de carinho, cinco meses que passam tão rápidos, cinco meses de afeto e cumplicidade.

E quem diria?
E quem um dia iria dizer que aquelas duas pessoas que nem se falavam iam ser hoje tão importantes uma para a outra?
Que agora, eu estaria sentada na frente do computador tentando, mais uma vez, colocar em palavras o que pode ser dito por um olhar.
É, é, eu realmente me sinto influenciada até agora com os livros daquele cara que agora é um ídolo.

E você?

Ah!Você realmente sabe, o quanto eu te amo?

Amo muito, e você sabe o quanto é importante na minha vida, e o quanto dá cor as coisas que diariamente parecem preto e branco.
O quanto me faz bem e me faz sonhar.

O quanto você é e foi a coisa que aconteceu de mais importante nesses anos todos, de pura conveniência.

Nossa, grande amor.

E sem contar os sorrisos e a criança que existe aqui dentro.
É, por você, só por você, que eles se unem num só e tentam te fazer mais feliz.

Enquanto a chave do meu coração confuso, creio que já está nas suas mãos, é só saber olhar e ver o melhor e na verdade mais longo caminho á seguir.

É, Seu Rodrigo.
É, amor.
É, Rodrigo Brasil.

Eu te amo.

sábado, junho 10, 2006

Petiscos até o Prato Principal.

Numa noite dessas, que não há nada que preste na TV depois que acaba a novela, quando a Dani me telefonou. Parei pra pensar em certas coisas que nunca mais haviam me dado trabalho, e nossa, como eu fui boba.
Costumo dizer que 2004 foi o meu melhor ano. Foi quando comecei a falar com pessoas que nem dava importância. O ano que poderia ser marcado e descrito em um só mês, julho. Não há como falar de 2004 e não falar do mês das férias. Tanta coisa aconteceu, hein Dani?
Mas o que mais se faz notar, é o meu modo de pensar da época, e o de hoje. Incrível como eu me satisfazia com migalhas de sentimentos. Incrível como "quebrei tanto a cara". Era realmente como e todas essas pessoas precisassem passar na minha vida, pra hoje eu realmente saber o que significa amar e ser amada de verdade.
Arrumando meu quarto, achei minha agenda desse bendito ano. Poemas, cartas, bilhetes, fotos e mais fotos que jogam na minha cara o quanto gostei de pessoas que nem mereciam ser olhadas, o quanto fui injusta com alguém, ou não. Dúvidas que até hoje me confundem.
Pessoas que hoje naturalmente como se elas nunca tivessem me feito sofrer. "Gostei" de tanta gente até poder realmente ser feliz. É como se tudo o que passou sejá só para me mostrar que todas as pequenas coisas que eles me davam, perto do que o Rodrigo me dá e perto do que a gente sente não foi nada.

Ou na verdade, petiscos para o prato principal.


P.S.: Não que eu não tenha sido feliz. Mas hoje, sou feliz completamente. E minha teoria de que 2004 foi o melhor ano, está sendo reavaliada.

quinta-feira, junho 08, 2006

Mania de escrever.

Mania bonita. Mania benéfica.
Tudo o que acontece, momentos bons, ruins. Tudo vai parar no papél ou numa tela de computador.
Vontade que ocupa o dia e passa o tempo. Música e textos. Combinação perfeita. Como resultado disso, um bom artigo.
Não acredito que alguém consiga escrever algo realmente bom, no silêncio de uma madrugada.
Mania real, constante. Não importa se a mão cansa, se a letra sai feia.

Mana é mania
Vício é vício.
O problema é sustentá-lo.

A pergunta é: se você fosse para uma ilha deserta. O que levaria?

Eu nem preciso responder né?
Com certeza levaria papel, caneta e o Rodrigo. Afinal, sem os nossos vícios, não há vida.

quarta-feira, junho 07, 2006

Interior mais sublime.

O tédio ao redor só mostra o quanto somos fracos e não temps capacidade de mudar o nosso próprop cotidiano. Fracos que se deixam levar de acordo com estados de espírito e situações.
Mas de que isso tudo me serve? Se o que eu quero mesmo é poder viver só. Sem companhia ou espelhos. Sem cartas ou ligações. Sem música ou vozes. E principalmente, sem me sentir acorrentada.
E muitas vezes já me perguntei, por que uma garotinha cercada de gente, teria uma amiga invisível? Porque era rodeada de gente e ao mesmo tempo querendo que essa gente toda sumisse.

Foi assim que passei a maior parte da minha vida, com amigos que ela levava pra casa, e não que eu escolhesse. Acho que na cabeça dela eu nem tinha capacidade pra isso. É, mas eu tinha. Na verdade tenho, não é à toa que tenho do meu lado tantos sereszinhos iluminados. Meus verdadeiros amigos.
Mas sabem, se eu não tivesse convivido com aquelas pessoas surpeficiais, acho que hoje continuaria como elas, frias e superficiais. Tudo o que me faz forte, a base é a amizade. Se não fossem eles, metade da pessoa que sou nem existiria.

É, obrigada vó. Até por isso.

segunda-feira, junho 05, 2006

Relatos de dias únicos.

E era sempre diferente, lugar o som quando não havia nada a fazer, ouvir certas músicas que lembram específicamente de alguém e um filme de sua própria vida rodasse na sua cabeça. Momentos interessantes, rodeados de pessoas especiais e sentimentos escondidos.
Naqueles dias, em que acordava a qualquer hora do dia, tomava café, quase que forçada. Deitava-se na cama e sugeria ao teto, uma conversa. Limpava o sono dos olhos, limpava algumas palavras da boca e tentava entender situações sem entendimento.
Pensava nele, a maior parte do dia, da tarde, da noite... Gostava de lembrar os detalhes do rosto. O sorriso, os olhos e principalmente a boca. Lembraria daquela fase pra sempre. E mesmo que tentasse ficar quieta, não poderia. Sempre havia alguém chamando, falando ou gritando, como era de costume.
Aqueles momentos de solidão demoravam a chegar. Mas quando vinham à faziam infeliz demais. Inseguranças sopravam seus ouvidos como por vontade própria e particular. O medo de perde-lo agora era mais um companheiro insistente.
Os sorrisos que ele lhe causara, agora lhe davam motivos para estar triste. O simples fato de que tudo aquilo era insegurança lhe fazia chorar.
Os "se..." rondavam mais uma vez seu quarto e ela só conseguia pensar nele... Automático ou por desejo, mas só nele...

domingo, junho 04, 2006

Qualquer lugar.

Qualquer lugar.

Através das paredes, os sons.
O pranto se desenvolvendo, as lágrimas caindo e a vontade de cortá-los.
Cortá-los novamente, como em setembro do ano anterior. Manson ecoando pelos ouvidos e mente. Vontades e desejos corroendo o corpo e se dividindo em emoções raras.
Olhando fixamente. Amedrontada por seus próprios impulsos humanos e irracionais.
Os pulsos com marcas.
O coração acelerado.
Gritos presos.
Vozes estridentes.
Escuridão amiga.
Aquele era o fim da linha. O dia terminava e para ela, o jogo da vida também.



E vai ser sempre na escuridão, que ela vai estar. A luz sendo um caminho longo e difícil. Um caminho sem data pra começar.

sábado, junho 03, 2006

Por inteiro.

Se eu pudesse, a cada minuto te agradecia por casa sorriso que você tem me causado.
Se eu pudesse, passaria o dia todo com a cabeça no seu ombro pensando no futuro.
Se eu pudesse, ficaria só te olhando, falando besteiras e concordando com cada gesto.
Se eu pudesse, só te faria feliz e arrancava daí de dentro de ti, tudo o que te deixa triste.
Se eu pudesse, não pararia de te beijar, porque é nesse momento que a felicidade sorri pra mim.
Se eu pudesse, te chamaria de bruto, estúpido, mentiroso e besta. Sempre.
Se eu pudesse, não sairia do seu lado.
Se eu pudesse, te faria tão feliz como você me faz. E só isso te daria motivos pra levantar pela manhã.
Às vezes, mesmo sem te ver. Sinto teu cheiro e isso me conforta.
O meu motivo de fazer coisas boas, se chama Rodrigo. O meu motivo de sorrir é você.

Te amo, muito.

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